Minha vida (1º Lugar)
Igual a brisa do vento
Forte como a onda do mar
Mais rápido que raio de luz
Mais linda que a luz do luar
Moça morena linda
Que em meus sonhos sempre estará
Minha fiel conselheira
Que sempre vou confiar
Para ela fui um presente
Mas o que ela não sabe
É que sempre olho pra ela me encho de felicidade
Se não sabe de quem eu falo, eu vou lhe dar uma dica
Fiquei no ventre dela, fui gerado em sua barriga.
Entrego este poema para a mulher, minha mãe, minha vida.
Nome: Matheus R. Alves N°34 – 2º B
quarta-feira, 23 de junho de 2010
CONCURSO DE POESIA 1º BIMESTRE DE 2010.
CONCURSO DE POESIA 1º BIMESTRE DE 2010.
Vencedores do Ensino Médio.
MANHA: POESIAS
1º Matheus Rodrigues Alves, nº 34, 2ºB – MINHA VIDA
2º Sonia Maria Gonçalves, nº 47, 2ºA – A MALANDRAGEM DELES (POLITICOS)
3º Kaique Henrique de Santana Almeida, nº 22, 1º E – A JUSTIÇA
NOITE - POESIAS
1º Camila Candida de Oliveira, nº 9, 1ºG - MENINO DE RUA -
2º Alexsandro Soares da Silva, nº 23, 3ºC - PROTEÇÃO LÓGICA
3º Renato de Oliveira Amancio, nº 37, 2ºC - MEDO DE AMAR
EJA
1º Ricardo M Nascimento, nº 45, 1ºTA - MEU PAI
2º Ana Maria Gomes de Almeida, nº 4, 3ºTB – MÃE
3º Adailza A de Aguiar Araujo, nº 1, 2ºTA - SONETO DO TEMPO
Minha vida (1º Lugar)
Vencedores do Ensino Médio.
MANHA: POESIAS
1º Matheus Rodrigues Alves, nº 34, 2ºB – MINHA VIDA
2º Sonia Maria Gonçalves, nº 47, 2ºA – A MALANDRAGEM DELES (POLITICOS)
3º Kaique Henrique de Santana Almeida, nº 22, 1º E – A JUSTIÇA
NOITE - POESIAS
1º Camila Candida de Oliveira, nº 9, 1ºG - MENINO DE RUA -
2º Alexsandro Soares da Silva, nº 23, 3ºC - PROTEÇÃO LÓGICA
3º Renato de Oliveira Amancio, nº 37, 2ºC - MEDO DE AMAR
EJA
1º Ricardo M Nascimento, nº 45, 1ºTA - MEU PAI
2º Ana Maria Gomes de Almeida, nº 4, 3ºTB – MÃE
3º Adailza A de Aguiar Araujo, nº 1, 2ºTA - SONETO DO TEMPO
Minha vida (1º Lugar)
segunda-feira, 21 de junho de 2010
CONCURSO DE POESIA EE PROF ISAAC SCHRAIBER
MENINO DE RUA (1º lugar, E.M. Regular)
Um pobre garoto dorme seu sono profundo,
Numa esquina deserta de uma noite sombria
Dorme ali mesmo no chão, pois sua casa é o mundo.
O silencio e a solidão são a sua companhia.
Logo pela manha segue sua vida em frente,
Numa busca desenfreada por um alimento,
Ninguém imagina o que ele sente,
Toda a sua vida é um tormento.
Já sem forças pra caminhar, de pés descalços sobre o chão,
Até que um senhor percebe sua necessidade
E resolve lhe ajudar, lhe dando um pedacinho de pão.
Seus olhos até brilharam e ao senhor agradeceu.
O garoto de rua passava despercebido pela cidade
E por muitos anos naquela esquina ele viveu.
Camila Candida de Oliveira, nº 9, 1ºG
PROTEÇÃO LÓGICA (2º lugar, E.M. Regular)
Condeno agora a quem cedi o cetro:
“_Santa razão! És boa, mas sai de meu coração!
Deixa-me viver como quero!
Com vida, alegria e emoção... ”
“_Não amigo, serás por mim, comedido... ”
“_Arrogante! Prepotente!
Sai de mim ponderado conseqüente!
Não darei margem a conflito: agora assíduo. ”
“_Cansou-se senhor do metódico? ”
“_Quanto sarcasmo charlatão!
Priva-me a vida e ainda tenho desilusão. ”
“_Dei-lhe de espontâneo, o domínio do meu Reino
Mas exaurido, tiro-o nesta hora
Pois quero ser livre, viver o agora...”
Alexsandro Soares, nº 23, 3ºC
MEDO DE AMAR (3º lugar, E.M. Regular)
Penso às vezes em sumir
Mas o amor não deixa
Eita sentimento bom, delicioso!
Chega sem pedir e comanda a alma do ser.
A vontade que temos é, simplesmente, amar!
Às vezes o amor é tão grande que ficamos cegos
Sentimento bom, sentimento grande!
Às vezes não queria amar, para não sofrer,
Para não querer sem poder
Às vezes o amor se torna desilusão.
Mas fazer o quê?
A vida é amar,
A vida é amor, amar é sofrer.
Não podemos muito, o que podemos é amar!
Renato de Oliveira, nº 37, 2ºC
Um pobre garoto dorme seu sono profundo,
Numa esquina deserta de uma noite sombria
Dorme ali mesmo no chão, pois sua casa é o mundo.
O silencio e a solidão são a sua companhia.
Logo pela manha segue sua vida em frente,
Numa busca desenfreada por um alimento,
Ninguém imagina o que ele sente,
Toda a sua vida é um tormento.
Já sem forças pra caminhar, de pés descalços sobre o chão,
Até que um senhor percebe sua necessidade
E resolve lhe ajudar, lhe dando um pedacinho de pão.
Seus olhos até brilharam e ao senhor agradeceu.
O garoto de rua passava despercebido pela cidade
E por muitos anos naquela esquina ele viveu.
Camila Candida de Oliveira, nº 9, 1ºG
PROTEÇÃO LÓGICA (2º lugar, E.M. Regular)
Condeno agora a quem cedi o cetro:
“_Santa razão! És boa, mas sai de meu coração!
Deixa-me viver como quero!
Com vida, alegria e emoção... ”
“_Não amigo, serás por mim, comedido... ”
“_Arrogante! Prepotente!
Sai de mim ponderado conseqüente!
Não darei margem a conflito: agora assíduo. ”
“_Cansou-se senhor do metódico? ”
“_Quanto sarcasmo charlatão!
Priva-me a vida e ainda tenho desilusão. ”
“_Dei-lhe de espontâneo, o domínio do meu Reino
Mas exaurido, tiro-o nesta hora
Pois quero ser livre, viver o agora...”
Alexsandro Soares, nº 23, 3ºC
MEDO DE AMAR (3º lugar, E.M. Regular)
Penso às vezes em sumir
Mas o amor não deixa
Eita sentimento bom, delicioso!
Chega sem pedir e comanda a alma do ser.
A vontade que temos é, simplesmente, amar!
Às vezes o amor é tão grande que ficamos cegos
Sentimento bom, sentimento grande!
Às vezes não queria amar, para não sofrer,
Para não querer sem poder
Às vezes o amor se torna desilusão.
Mas fazer o quê?
A vida é amar,
A vida é amor, amar é sofrer.
Não podemos muito, o que podemos é amar!
Renato de Oliveira, nº 37, 2ºC
CONCURSO DE POESIA
MEU PAI (1º Lugar EM EJA)
A barba branca, as mãos calejadas
Desde pequeno, já teve que trabalhar na enxada
Muitas vezes levantava antes do sol nascer
Plantava de tudo, milho, feijão até o escurecer.
Nasceu na Bahia, migrou a São Paulo deixou seu lar,
Sentia saudades da roça, pensava em um dia voltar
Para sua verdadeira casa, sua terra natal
Difícil, não admirar o bom senhor Vital.
Pai de seis filhos, meu grande amigo
Gostava de praticar o bem, não tinha inimigo
Nunca foi à escola, mas me ensinou o caminho
De ser um bom pai, saber dar carinho
A andar descalço, não pegar nada do vizinho
Só não me ensinou, viver com sua ausência sozinho.
Ricardo M Nascimento, nº 45, 1ºTA
A barba branca, as mãos calejadas
Desde pequeno, já teve que trabalhar na enxada
Muitas vezes levantava antes do sol nascer
Plantava de tudo, milho, feijão até o escurecer.
Nasceu na Bahia, migrou a São Paulo deixou seu lar,
Sentia saudades da roça, pensava em um dia voltar
Para sua verdadeira casa, sua terra natal
Difícil, não admirar o bom senhor Vital.
Pai de seis filhos, meu grande amigo
Gostava de praticar o bem, não tinha inimigo
Nunca foi à escola, mas me ensinou o caminho
De ser um bom pai, saber dar carinho
A andar descalço, não pegar nada do vizinho
Só não me ensinou, viver com sua ausência sozinho.
Ricardo M Nascimento, nº 45, 1ºTA
CONCURSO DE POESIA
MÃE (2º lugar EM EJA)
Mãe te procurei no céu, nas estrelas
Nas nuvens e você não estava La
Te procurei no verde das matas, nas ondas do
Mar, nos rios só folhas secar a passar.
Te procurei nas montanhas, no vento que sopra,
No vai e vem dos carros, no trem que se foi,
Na multidão que passa, ate na lua fui te
procurar, mas você não estava lá
Te procurei na chuva, no frio para me esquentar
Na noite escura para me acompanhar, só senti
Saudades, porque você não estava lá
Te procurei em todos lugares, na esperança
De te encontrar e poder te abraçar e beijar
Lembrei que mãe é sempre mãe não importa o lugar
Ana Maria Gomes de Almeida, nº 4, 3ºTB
Mãe te procurei no céu, nas estrelas
Nas nuvens e você não estava La
Te procurei no verde das matas, nas ondas do
Mar, nos rios só folhas secar a passar.
Te procurei nas montanhas, no vento que sopra,
No vai e vem dos carros, no trem que se foi,
Na multidão que passa, ate na lua fui te
procurar, mas você não estava lá
Te procurei na chuva, no frio para me esquentar
Na noite escura para me acompanhar, só senti
Saudades, porque você não estava lá
Te procurei em todos lugares, na esperança
De te encontrar e poder te abraçar e beijar
Lembrei que mãe é sempre mãe não importa o lugar
Ana Maria Gomes de Almeida, nº 4, 3ºTB
concurso de poesia EE PROF ISAAC SCHRAIBER
SONETO DO TEMPO (3º lugar EM EJA)
O tempo passa a pressa é tanta
Que quse não vejo o que se alcança
Hoje vou, fico vendo mais quanta pressa
Talvez muita coisa passa e já não interessa
O filho cresceu, neto nasceu
O tempo não cedeu era mais forte do que eu
Já tarde o tempo procurei
E não mais o encontrei, o tempo passou
Hoje ele passa devagar
Posso vê-lo sem se cansar
Ate voce amor resolveu voltar
Mas... porque voce não veio
Antes do nosso tempo passar
Hoje é tarde para recomeçar
Adaiza A de Aguiar, nº 12, 2ºTA
O tempo passa a pressa é tanta
Que quse não vejo o que se alcança
Hoje vou, fico vendo mais quanta pressa
Talvez muita coisa passa e já não interessa
O filho cresceu, neto nasceu
O tempo não cedeu era mais forte do que eu
Já tarde o tempo procurei
E não mais o encontrei, o tempo passou
Hoje ele passa devagar
Posso vê-lo sem se cansar
Ate voce amor resolveu voltar
Mas... porque voce não veio
Antes do nosso tempo passar
Hoje é tarde para recomeçar
Adaiza A de Aguiar, nº 12, 2ºTA
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