MENINO DE RUA (1º lugar, E.M. Regular)
Um pobre garoto dorme seu sono profundo,
Numa esquina deserta de uma noite sombria
Dorme ali mesmo no chão, pois sua casa é o mundo.
O silencio e a solidão são a sua companhia.
Logo pela manha segue sua vida em frente,
Numa busca desenfreada por um alimento,
Ninguém imagina o que ele sente,
Toda a sua vida é um tormento.
Já sem forças pra caminhar, de pés descalços sobre o chão,
Até que um senhor percebe sua necessidade
E resolve lhe ajudar, lhe dando um pedacinho de pão.
Seus olhos até brilharam e ao senhor agradeceu.
O garoto de rua passava despercebido pela cidade
E por muitos anos naquela esquina ele viveu.
Camila Candida de Oliveira, nº 9, 1ºG
PROTEÇÃO LÓGICA (2º lugar, E.M. Regular)
Condeno agora a quem cedi o cetro:
“_Santa razão! És boa, mas sai de meu coração!
Deixa-me viver como quero!
Com vida, alegria e emoção... ”
“_Não amigo, serás por mim, comedido... ”
“_Arrogante! Prepotente!
Sai de mim ponderado conseqüente!
Não darei margem a conflito: agora assíduo. ”
“_Cansou-se senhor do metódico? ”
“_Quanto sarcasmo charlatão!
Priva-me a vida e ainda tenho desilusão. ”
“_Dei-lhe de espontâneo, o domínio do meu Reino
Mas exaurido, tiro-o nesta hora
Pois quero ser livre, viver o agora...”
Alexsandro Soares, nº 23, 3ºC
MEDO DE AMAR (3º lugar, E.M. Regular)
Penso às vezes em sumir
Mas o amor não deixa
Eita sentimento bom, delicioso!
Chega sem pedir e comanda a alma do ser.
A vontade que temos é, simplesmente, amar!
Às vezes o amor é tão grande que ficamos cegos
Sentimento bom, sentimento grande!
Às vezes não queria amar, para não sofrer,
Para não querer sem poder
Às vezes o amor se torna desilusão.
Mas fazer o quê?
A vida é amar,
A vida é amor, amar é sofrer.
Não podemos muito, o que podemos é amar!
Renato de Oliveira, nº 37, 2ºC
segunda-feira, 21 de junho de 2010
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